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Papa Francisco fala sobre a mudança de religião

Pope Francis poses for a selfie with a member of the inter-religious community during his weekly audience in St. Peter's Square at the Vatican Oct. 28. (CNS photo/Stefano Rellandini, Reuters) See POPE-AUDIENCE-INTERRELIGIOUS Oct. 28, 2015.

Em seu discurso ao Corpo Diplomático  junto à Santa Sé, o Papa Francisco refletiu sobre o direito à liberdade religiosa, especificamente sobre a possibilidade de mudança de religião.

NO Palácio Apostólico do Vaticano, o Santo Padre uma extensa reflexão sobre os direitos humanos, recordando que neste ano de 2018 se completará 100 anos do final da Primeira Guerra Mundial.

O Pontífice ressaltou em seu discurso que “entre os direitos humanos que gostaria de lembrar hoje, está também o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião, que inclui a liberdade de mudar de religião”.

Francisco comentou que, infelizmente, “o direito à liberdade religiosa seja muitas vezes menosprezado não sendo raro que a religião se torne quer ocasião para justificar ideologicamente novas formas de extremismo quer pretexto para a marginalização social, senão mesmo perseguição, dos crentes”.

Em seguida, o Santo Padre sublinhou que “a construção de sociedades inclusivas requer como condição uma compreensão integral da pessoa humana, que pode sentir-se verdadeiramente acolhida quando é reconhecida e aceite em todas as dimensões que constituem a sua identidade, incluindo a dimensão religiosa”.

Falando, logo após, sobre a Síria, o Pontífice ressaltou a importância de “trabalhar para promover as condições jurídicas, políticas e de segurança, em ordem a uma retomada da vida social, onde cada cidadão, independentemente da sua pertença étnica e religiosa, possa participar no desenvolvimento do país”.

“Neste sentido, é vital tutelar as minorias religiosas, entre as quais se contam os cristãos, que há séculos contribuem ativamente para a história da Síria”, acrescentou.